No mesmo período do ano passado, o índice de infestação médio da cidade era de 2,3%.
De acordo com o levantamento, 30,7% dos depósitos onde foram encontrados focos do mosquito poderiam ser facilmente evitados, pois estavam em locais como cacos de vidros em muros, ralos, vasos sanitários e piscinas não tratadas. Em segundo lugar, vem o vasinho de plantas (20,7% dos focos foram encontrados em depósitos desse tipo), assim como em pratos, garrafas, gavetas de geladeira e materiais de construção. Já os recipientes usados para armazenar água dentro de casa, como barris, moringas, postes e caixa d'água, somam 20,5%. Os dados apontam a necessidade de a população continuar vistoriando sua própria residência para combater a dengue.
Foram vistoriados pelos técnicos cerca de 123 mil imóveis presentes em 30,5 mil quarteirões em todas as áreas da cidade. A região que apresentou o maior índice de infestação da cidade foi a área de Madureira, Irajá, Pavuna e adjacências, que corresponde à Área de Planejamento (AP) 3.3, com 2,6%. Em seguida, com 2,1% de infestação, está a área de Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos e adjacências (AP 5.2). A AP 5.3 (Santa Cruz, Paciência, adjacências) registrou o menor índice de infestação, com 1% – índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). As regiões da Zona Sul (AP 2.1) e da Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá (AP 4.0) têm o segundo menor índice, com 1,3% de infestação predial.
A metodologia do LIRAa divide os municípios em grupos de 9 mil a 12 mil imóveis com características semelhantes. Em cada grupo, também chamado estrato, são pesquisados 450 imóveis.
fonte prefeitura - rj

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